Quem recolhe o que a sociedade descarta sustenta, todos os dias, uma engrenagem invisível de preservação ambiental; e, ainda assim, segue à margem dos direitos que a Constituição promete a todos.
Partindo da tese de que os direitos sociais dos catadores são extrapatrimoniais e indissociáveis do meio ambiente do trabalho, Francis Pignatti do Nascimento percorre a constitucionalização desses direitos, a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), a saúde do trabalhador no SUS e o papel das políticas públicas municipais na sua efetivação.
Com estudos de caso em Salto Grande e Santa Cruz do Rio Pardo (SP) e em diálogo com a literatura e a filosofia da dignidade humana, propõe um conceito ainda pouco explorado pela doutrina: a preservação dos direitos sociais como vedação ao retrocesso. Mais do que um estudo jurídico, um chamado à visibilidade.
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NASCIMENTO, Francis Pignatti do. Direitos Sociais dos Catadores: vulnerabilidade, trabalho informal e o dever do município. São Paulo: Editora Sem Fronteiras, 2026. DOI: 10.67350/esf082601.
Nascimento, F. P. do. (2026). Direitos Sociais dos Catadores: vulnerabilidade, trabalho informal e o dever do município. Editora Sem Fronteiras. https://doi.org/10.67350/esf082601