O que a opressão apaga, a educação reacende parte de uma pergunta incômoda: o que resta de um povo quando a cidade, o Estado e a história se organizam para apagá-lo? Os autores encontram a resposta em Trindade/GO, na trajetória da Comunidade Vó Rita — quilombo urbano que resistiu ao deslocamento, à negação territorial e ao racismo estrutural que atravessa as instituições brasileiras.
Costurando direito, educação e pensamento decolonial, a obra mostra como a colonialidade do poder, do saber e do ser se materializa na disputa pelo território e no silenciamento da ancestralidade negra; e como a educação, sobretudo o acesso ao ensino superior, se converte em instrumento de reconstrução da memória coletiva e de reivindicação de direitos historicamente negados.
Esta obra é um convite para reconhecer que aquilo que a opressão tenta apagar, a educação é capaz de reacender.
Clique em cada capítulo para ver as seções.
BORGES, Guilherme Martins Teixeira; CARNEIRO, Maria Esperança Fernandes. O que a opressão apaga, a educação reacende: racismo estrutural, territorialidade e a questão quilombola em Trindade/GO. São Paulo: Editora Sem Fronteiras, 2026. DOI: 10.67350/esf082604.
Borges, G. M. T., & Carneiro, M. E. F. (2026). O que a opressão apaga, a educação reacende: Racismo estrutural, territorialidade e a questão quilombola em Trindade/GO. Editora Sem Fronteiras. https://doi.org/10.67350/esf082604